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quarta-feira, 23 de junho de 2010

Alterações globais

A terra é um planeta vivo, tem o seu movimento, a rotação que faz sobre o seu próprio eixo. Muitos dos acontecimentos que se vivem ao cimo da terra, produzem alteração neste movimento.
O eixo da terra desloca-se quando se produzem certos fenómenos de grande escala, tais como o tsunami ocorrido no Índico no ano de 2004, que causou cerca de 220.000 vítimas, atravessou o Oceano e chegou mesmo a atingir zonas costeiras em África. Dizem os cientistas que a terra ficou mais redonda, o movimento acelerou, pelo que os dias ficaram mais curtos.
Este ano, a terra tremeu três vezes em grande escala, em Janeiro no Haiti, provocou a morte a cerca de 250.000 pessoas e quase destruiu a Capital, Port-au-Prince. Foi de magnitude 7,3 na escala de Richter. Em Fevereiro no Chile com menos vítimas, cerca de 800, um abalo de 8,8 e no Japão, com a magnitude de 7 graus na escala de Ritcher, felizmente sem vítimas anunciadas. O terramoto do Haiti originou mais vítimas, mas foi o do Chile que provocou maior impacto no planeta. Este terramoto ocorreu no hemisfério sul, daí ser mais eficaz na mudança do eixo da terra.
Desde o início do ano, mais 15 sismos foram assinalados em diversos pontos, na Argentina, na Turquia, na China, entre outros, tendo sido 2 sentidos em Portugal. A 5 de Março a terra mexeu após um sismo de 3,3 com epicentro a sudoeste de Albufeira, e a 23 de Fevereiro um outro foi registado a cerca de 20 Km de Viana do Alentejo.
Os vulcões quando entram em erupção também produzem alterações, como o aparecimento e/ou desaparecimento de ilhas. Nos Açores quando o vulcão dos Capelinhos entrou em erupção em 1957-1958, na ilha do Faial, surgiram dois ilhéus e a ilha aumentou o seu tamanho, no entanto a área já reduziu em cerca de metade, devido à acção das ondas e à pouca consolidação das rochas.

Helena